quarta-feira, maio 09, 2007



Esta versão Warhol do Lápis Voador, foi gentilmente criada e cedida pelo meu especial sobrinho.

( beijo Luís, obrigado )

l.v.

domingo, maio 06, 2007


da Alexandra para a Milice
{beijo mana}
l.v.

sexta-feira, maio 04, 2007

TODOS À PRAÇA D. JOÃO I!... e a Maria Joana???
Ela, vai lá estar certamente.
l.v.

sábado, abril 21, 2007



África flower

(foto de autor desconhecido)

l.v.

quinta-feira, março 29, 2007



Um dia, quero uma Porta mesmo, mesmo assim.

(foto in olhares.com)

l.v.

domingo, março 25, 2007

Judite 70
Maria 94
Rosa 64
Mestras e Belas
Espaço de Arte no Museu da Quinta de Santiago
Leça da Palmeira, março 2007
l.v.

Quinta de Santiago. POPular ARTe. ( autor e Gaiteiro )
março 2007
"A cultura não passa das peneiras do instinto"
[paulo varela gomes, historiador de arte]

terça-feira, março 20, 2007



Postal do espaço de criação dedicado ao movimento Pop Art.

Quinta de Santiago, Leça da Palmeira Março 2007.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007



"Jardins de Inverno" Avenida Brasil 25Jan07 Porto

Imagem de Gil Coelho in "abrupto".Obrigado JPP.

l.v.



Aqui vão duas criações do André Letria ; Fabulosas ilustrações, encantadoras inspirações.

(desculpa André ter-te assaltado, era inevitável!!!)

é expressamente obrigatório conhecer a obra do menino.

l.v.

domingo, janeiro 28, 2007


"...e a Rosa? Distraída??? ", nunca foi!

l.v.


Se tens dúbidas e se pensas que não.? Nós Botámos SIM !
l.v.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Hoje Porto, ficaste mais triste. Um anjo deixou-te .

( para ti e para sempre Paulinha Loff )

l.v.


sábado, dezembro 23, 2006


Na " mesa da Consoada " ainda somos meninoas.

l.v.

sábado, dezembro 02, 2006

segunda-feira, novembro 27, 2006


"Palácio" Porto 2004

(esta imagem é do mano Chico, grande foto!)

l.v.

quarta-feira, novembro 15, 2006

Pictures at an Exhibition na Lápis Voador

Don Quixote Pablo Picasso

Red Sam Andy Warhol

Cover for Vogue Magazine David Hockney

Kniender Junger Mann Egon Schile

Poster for Museum Ludwig Köln Roy Lichenstein

Long-Live-Love Niki de Saint Phalle

Mona-Lisa Jean-Michel Basquiat

Casinha JPaulo Costa

Bath Fernando Botero

quinta-feira, novembro 09, 2006



Gustav klint " Tree of life " ( I e II ) so, just like i'm living today...in Oporto, Oporto, Oporto.
l.v.

terça-feira, novembro 07, 2006


My doctor told me. Of course i agree.

l.v.



E as Mães de Lamego sempre a implorar, antes as Mary Janes que os Crack´s. Tende cuidado meus filhos!

l.v.

sábado, novembro 04, 2006


MÃE AMO-TE.
21 anos.
l.v.
"Sganarelle" é mesmo o irmão do meio do l.v.. Acreditem ou não.

quarta-feira, outubro 25, 2006


Thanks JON for still being here. Happy birthay for your 62 and long life for YES!

(capa do 1º L.P."Yes". YES Londres 1969 :Tony Kaye, Bill Brufford, Jon Anderson, Chris Squire e Peter Banks)

l.v.

segunda-feira, outubro 23, 2006


Tesouro? Castelo sem nome? Lembram-se? "les galapiats"! Que música! Que lugares! Que pequenos! E que vagabundos ainda nós somos!!!
(à memória dos que como l.v. ansiavam pelas tardes de sábado e que tardes...)
l.v.


Ora muito bem. Aqui estou eu de volta, desta para vos esclarecer que há verdadeiros génios de tão magistral Arte! Ilustração! Olhem bem, leiam melhor.
O Miguelanxo Prado assim tão doçe e a Galiza aqui tão perto. Espreitem...
l.v.

quarta-feira, setembro 13, 2006



Em " Lápis_Voador na ESBAP " refletem-se as memórias de tempos e vivências únicas.
( fotografia de estudo para projecto, a autoria é do meu big big brother, Miguel Bandeira...
...e que fotos e que noites.)
l.v.

terça-feira, setembro 12, 2006

"Hashish" for all Mind Lovers. Always!

l.v.

segunda-feira, agosto 28, 2006

" Guardador de sonhos e de rebanhos" é uma ilustração para os que como l.v. acreditam que é guardando os nossos melhores sonhos que criamos os nossos melhores rebanhos.
( ao Redol e ao Soeiro que ainda tanto me fazem sonhar e crescer )
l.v.

sexta-feira, agosto 25, 2006



Do you want to Know a secret?...Tell me really who you are,

or not!

( foto por l.v.)

sexta-feira, agosto 11, 2006


É de todo o interesse que o Lápis Voador faz divulgar este e outros anúncios com mensagens tão precisas. Lembrem-se ! Estamos em pleno verão e a mesma pode se prolongar por todo o ano.
(mensagem e foto de autor desconhecido para l.v.)

segunda-feira, julho 31, 2006








(A autoria das ilustrações é pela seguinte ordem: Inês 10 anos, Oficina, Catarina 10 anos, Sofia 10 anos, Patrícia 11 anos - 2 fotos e Susana 9 anos - 2 fotos)


Olá!!! Desculpem (se for o caso) este pequeno interregno na elaboração do já nosso lápis voador. Voltei e mais, espero que o resultado deste tempito de espera vos agrade, desta vez não com criações do l.v. mas de pequenas e grandes amigas e artistas. Pois aí vai...deliciem-se!


( Este post é especialmente dedicado às, lindas, únicas e fantásticas artistas (a Catarina, a Inês, a Patrícia, a Sofia e também a Susana) que comigo partilharam a imaginação nesse lugar mágico que é o museu da quinta de Santiago em Matosinhos. Para elas beijos grandes, mesmo grandes e também com muito mas mesmo muito carinho.)

l.v.


O lápis que desenhava sonhos

Era uma vez um lápis que vivia na montra de uma papelaria. Octogonal e colorido, suspirava triste junto ao vidro, esquecido num canto.
Nesse dia, o menino passou, risonho e alegre. Parou. Que lindo lápis, mãe...!
O lápis sorria no bolso do menino a caminho de casa. Finalmente ia fazer alguém feliz. E assim foi. Dia após dia o menino desenhava deitado no chão. Casas, montanhas, céus, cavalos de crinas esvoaçantes, carinhas sorridentes. E o lápis ria, rebolando no tapete e mordendo afiado o papel. E olhava, irritado, a borracha que teimava em contrariá-lo.
Naquela noite, ficou esquecido no granito da varanda. Olhou o céu, cheio de estrelas e brilhos.
Que luz é aquela?? Estranho! Nunca a vi.
Era uma bola branca, quieta, parada. Não rolava como a bola do menino que tantas vezes o atirava para um canto.
Quem me dera voar! Ia lá cima e falava com ela.
Quem me dera voar!
Quem me dera voar!
Ficou tristonho, olhando. Ela continuava imóvel, sem um movimento. Só uma luz branca, suave e pálida.
Se eu voasse!
Repentinamente, sentiu o coração vibrar dentro da prisão de madeira. Assustado, tentou equilibrar-se. Impossível.
E, incontrolável, subiu em círculos rasgando no céu fios de luz, brilhantes e coloridos, como relâmpagos redondos. Corria e rodopiava, cada vez mais alto. Nunca se sentira assim, tão leve, tão solto, tão vivo, pintando a cores e estrelas um céu tão enorme.
Parou junto da bola de luz. E agora? Olá!...Olá! Não me ouves?
Girou à sua volta, confuso e intrigado. Se calhar não quer conversar. Se calhar é soturna e mal humorada. Voou para mais longe, ficando a olha-la de soslaio, como se não lhe interessasse. No entanto, permanecia curioso e com o coração batendo forte na sua prisão de madeira.
Reparou então que não tinha rosto. Como poderia vê-lo? Aproximou-se, a medo, deixando ténues pontos pelo caminho. Era tão bonita!...
Procurou uma abertura por onde conseguisse vislumbrar o que ocultava. Nada encontrou. E se lhe desenhasse uns olhos?!
Entusiasmado delineou-lhe dois olhos rasgados, enormes.
Olha para mim! Sou o lápis voador e só te quero cumprimentar. Voei até aqui à procura da tua luz.
Nada; os olhos estavam fechados como num profundo sono.
Que posso fazer para que olhes para mim?
Ah! Não podia responder, claro!
Os olhos não teriam vida sem o rosto completo! Já sei!
E voou, rodopiou alegre na sua esperteza. Suavemente, desenhou-lhe uma boca, um nariz, as maçãs do rosto. E agora? Falas comigo agora? Fala. Abre os olhos para mim.
Relutantemente, os olhos começaram a abri. Devagarinho, timidamente. Depois ficaram abertos, olhando, com uma expressão indecifrável o lápis que esvoaçava à sua frente. Mas não respondia, sempre imóvel na sua imensidão de luz.
Olá, sou o lápis voador, desenho tudo aquilo de que gosto. E tu? Quem és tu?
Os segundos de espera apertavam-lhe o coração no meio das lascas de madeira. Melhor ir embora.
Mas, quando já se preparava para partir, um sorriso, brilhante, doce e feliz espraiou-se no ar dando ainda mais luz `a noite.
Olá.
Olá.
Pairaram no ar silenciosos, olhado-se. Sem pressa nem perguntas.
Descobri hoje que conseguia voar. Vi-te e fiquei triste por não teres rosto. Como te chamas?
Sou a lua. Quase ninguém me vê!
Eu vi-te.
Porque sabes voar. Obrigada por saberes olhar para mim. È por isso que consigo sorrir para ti.
Ficaram conversando e rindo. O lápis voava como um pássaro sem asas, desenhando estradas por onde a lua deixava deslizar fios de luar, descendo até à terra. Os olhos sorrindo, abertos e imensos, enchiam o espaço.
Voltas?
Sim. Se me prometeres que não te esqueces de mim.
Não esqueço.
A manhã acordou preguiçosa, com pequenos raios de sol que tocaram o lápis, adormecido no granito da varanda. Acordou, esticando-se na prisão de madeira.
Brincou, saltou, desenhou casas, montanhas, o mundo.E à noite voltou a elevar-se no céu para desenhar o luar à volta da bola de luz, numa dança de cores e risos.
O conto "O lápis que desenhava sonhos" foi escrito em julho de 2006 e é da inteira inspiração da Né.